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Opiniões e Postas de Pescada

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17
Jul20

Quando é que deixamos de ter sonhos e passamos a ter objetivos?

Miúda Opinativa

Há umas manhãs, num dos meus passeios com o Loki, dei por mim a pensar nisto. 

Quando somos crianças, quer-se que tenhamos sonhos e parece que tudo é permitido. Podemos sonhar ser astronautas, jogadores de futebol, atores, cantores. Se tudo estiver a correr bem na infância, o sonho e a imaginação fazem parte das nossas vidas, como é retratado na música "Sonho Meu", que abria a novela da Globo com o mesmo nome (é uma criança dos anos 90 que vos escreve). 

Mas os anos vão passando e as coisas vão mudando. E aos 31 anos, já ninguém me pergunta "quais são os teus sonhos?", ouvindo, antes "quais são os teus objetivos?". Talvez seja uma questão apenas semântica porque, no fundo, as respostas poderão ser exatamente iguais. Mas... também poderão não ser. 

Talvez seja por estar numa fase assim meio estranha, mas parece-me que aquilo que está por trás de um sonho será diferente daquilo que está por trás de um objetivo. Ou a forma como se vivem sonhos é diferente da forma como se vivem objetivos. 

Será um sonho algo mais irrealista, imaginário e, por isso, não vale a pena, a partir dos 30, sonharmos, uma vez que temos que pensar em concretizar os nossos objetivos, algo mais concreto? 

Ou será que é mesmo só uma questão de semântica e podemos considerar sonhos e objetivos como sinónimos? 

Ou será que depende, na verdade, de quais são os sonhos ou objetivos e não tanto destas expressões? 

A verdade é que eu gostava de conseguir continuar a sonhar... Mas, admito, tenho cada vez mais dificuldade em fazê-lo. Talvez porque tenho uma certa dificuldade em atingir os meus objetivos... Que também tenho dificuldade em definir.  

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