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Opiniões e Postas de Pescada

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06
Nov18

Indonésia - Parte II

Miúda Opinativa

Chegámos a Uluwatu, então, no dia 14 à noite. Estávamos mortos, estafados, mas rapidamente percebemos que havíamos chegado a um sítio completamente diferente. Quanto mais não fosse pelo calor e bafo que se fazia sentir...

 

No dia 15 de manhã, apesar do cansaço, acordámos cedíssimo. A razão: amanhece muito cedo e as cortinas deixavam transparecer toda a luz.

 

Nesta primeira manhã, fomos visitar o Templo de Uluwatu. Foi incrível - sobretudo, claro, pela paisagem. Eu adoro o mar (tenho o sonho de poder viver à beira-mar, com um portátil para poder escrever o meu livro) e o mar que o Templo nos permitia ver era impressionante. No entanto, admito que talvez não tenha usufruído completamente desta experiência... Este templo é "habitado" por pequenos macaquinhos e eu, depois de no ano passado ter sido mordida por um guaxinim na Costa Rica, fiquei com um certo receio de animaizinhos selvagens. Esse episódio tornou-se uma história engraçada para contar, mas a verdade é que estar num sítio tão distante e com um nível de desenvolvimento considerado "inferior" (perdoem-me a snobice) assustou-me. E a Indonésia é ainda mais distante. Portanto, sempre que via um macaquinho, ficava ligeiramente apreensiva e retraída. Tirando isso... Valeu a pena :)

 

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Depois do Templo, fomos à Praia de Padang-Padang. 

Admito: esta praia não me encheu as medidas. Tirando o facto de a água ser ligeiramente mais quente que nas nossas praias e bastante cristalina... É uma praia bastante comum. Querem saber a verdade? Prefiro mil vezes os meus Salgados. No entanto, notem que é uma praia de referência para os surfistas... Ainda que, no dia em que fomos, não houvesse mar para surf (pobre rapaz). 

Há, ainda, dois aspetos "interessantes"... Paga-se para entrar na praia e, supostamente, é proíbido consumir comidas e bebidas que não sejam adquiridas na própria praia (que quase que parece um mercado com tantas bancas a venderem este tipo de produtos...).

 

No dia seguinte, fomos a uma outra praia, chamada Impossibles Beach - também referência para surf (e aqui o rapaz já teve mais sorte, ah ah). Esta praia já me encheu mais as medidas: praticamente deserta (e que grande contraste com a praia de Padang-Padang), a água mantinha-se cristalina e mais quentinha... Bastante agradável para estar a escrever enquanto o rapaz se aventurava no mar (e não, ele não levou prancha... Optou por alugar).

 

Notem que chegar à praia (e sair dela) envolve a descida (e posterior subida) de uma escada enorme. Tenho cá para mim que é por isso que a praia tem esse nome... E não pelas ondas, ah ah!

 

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Passámos grande parte do dia nesta praia. Almoçámos num pequeno restaurante que lá havia e depois do almoço, continuámos em modo "sopas e descanso". Depois, voltámos para o hotel, para acabarmos a tarde na piscina. Pequenas lontras :) 

 

E assim terminou o nosso "tempo" em Uluwatu, visto que, no dia seguinte, fomos para Ubud.

 

Uluwatu foi uma boa primeira experiência na Indonésia mas não foi a melhor (nem a pior). Foi boa. É uma zona agradável, sem grande movimento... As pessoas são cordiais, mas não extremamente simpáticas. Importa até, penso, referir que não são grandes adeptos de "coisas novas" e que só recebem os turistas de forma cordial porque, enfim, essa é uma grande fonte de rendimento. Na Indonésia, não existe Uber (penso que foi proíbida há pouco tempo), mas existe, em alternativa, o Grab. No entanto, em Ubud, usar Grab era perigoso porque eles não queriam. Estão a ver os dramas dos taxistas com o Grab? Coisas de crianças. O único que apanhámos contou-nos uma história marada de uma viagem que fez e em que mandaram parar o carro e literalmente puxaram as turistas do carro. E nós, depois de Padang-Padang, tentámos apanhar um, mas desistimos porque, por um lado, o motorista disse que para ir para aquela zona tinha que cobrar mais, porque era perigoso (porque não aceitavam Grabs) e, por outro, porque um taxista (de mota, e que nos queria levar aos dois nessa mota, ah ah) não saiu de perto de nós enquanto não nos viu a entrar num táxi "normal". É... Não foi confortável.

 

Mas em Ubud, a coisa modificou... Querem saber?

 

Já sabem. Há um próximo episódio.

 

 

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