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Opiniões e Postas de Pescada

Opiniões e Postas de Pescada

17
Jan19

Gillette

Miúda Opinativa

Pois então, parece que a polémica da semana é protagonizada pela Gillette que lançou uma nova campanha publicitária que pretende alertar contra a "masculinidade tóxica". Melhor dizendo, não é a Gillette que protagoniza a campanha, mas sim os milhares de pessoas que colocaram "Não Gosto" no vídeo e os homens que se insurgiram contra o dito anúncio.

Obviamente que eu, ainda que muito ocupada que ando, tive que ir ver a campanha, de forma a tentar perceber o porquê do ruído. E... Não percebi.

A campanha está extraordinária. Pretende alertar contra uma série de comportamentos, alguns deles bastante enraizados na nossa sociedade, mas que não são positivos. Muito pelo contrário. No entanto, estando tão enraizados, é difícil alterá-los. E a Gillette fez a sua parte. Porque, claro, os miúdos andarem à batatada ou as mulheres a serem assediadas, entre outros, não são comportamentos que devam continuar.

Acontece que, lá está, muitas pessoas se insurgiram contra a dita campanha. E a minha questão é... Porquê?

A única razão que eu considero quase razoável para que algum homem não goste da campanha seria qualquer coisa como "ahhh.. Não acho nada bem que estejam a generalizar isto. Não é porque alguns homens fazem isto que todos o fazem". Mas não é isso, pois não?

Homens deste mundo, expliquem! Não gostam que vos seja apontado o dedo? Não gostam que coloquem o dedo na ferida? Ou não gostam da sensação de perda de "poder"?

Expliquem-me, por favor. Se quiserem, e para vos facilitar a explicação, podem ver isto como uma forma de mansplaining. Eu deixo. Mas só desta vez.

16
Jan19

#10yearchallenge

Miúda Opinativa

Sobre este novo desafio das redes sociais, só tenho uma coisa a dizer. Ou melhor, perguntar.

 

Quão assustador é pensar que "há 10 anos" foi em 2009 que, na verdade, foi ontem??

Sim, a rapidez do tempo assusta-me.

 

15
Jan19

Ora então vamos lá (re)começar... Séries!

Miúda Opinativa

Aquando os meus idos e saudosos tempos de estudante, eu papava tudo quanto era séries. Bem, não papava tudo tudo, mas sendo uma rapariga pouco social, acabava por passar muito tempo em casa, sozinha, a ver um grande leque de séries. Desde a "Anatomia de Grey", passando pelo, claro, "How I Met Your Mother", pelos "Vampire Diaries", "New Girl", "Big Bang Theory"... Eu sei lá... Depois, houve aqueles momentos, como as férias semestrais no 4º ano, em que despachei tudo em primeira época e ficava até às 4 da manhã a ver "Lost" (vi tudo de seguida). Ou nos meus momentos de desempregada, em que vi "Dexter" seguido de "Breaking Bad"... Vi muita coisa. Muita coisa. E gostava genuinamente disto. E seguia-as. Tinha, até, um ficheiro Excel para não perder o fio à meada. 

No entanto, em 2015, a rapariga solitária (o que me faz lembrar, claro, do "Gossip Girl" que sim, também via... E por associação, recordo-me de "Pretty Little Liars" - oh, guilty pleasures da vida) começa a namorar e, passado pouco tempo, começa a trabalhar a sério. E para além do tempo ter ficado mais reduzido, as séries começaram a perder interesse. Tipo a "Anatomia de Grey"... E fui deixando de ver séries, uma a uma. Não só porque o tempo era mais reduzido mas porque, na verdade, queria aproveitar da melhor forma o meu tempo livre. E estar a fingir que estava a ver uma série mas, na verdade, estar a fazer scroll down ou a ver outras coisas no PC era só parvo.

Nunca deixei de ver séries, e até comentei algumas aqui no pasquim, mas de há uns tempos para cá tenho sentido falta disso. Embora haja, naturalmente, séries de melhor qualidade que outras (Pretty Little Liars não era, claramente, uma série com grande qualidade - e às tantas começou só a descambar), penso que, independentemente da qualidade, acabam por ser um bom entretém. Quanto mais não seja porque ao pensarmos nas vidas das personagens, acabamos por, eventualmente, desenvolver alguma capacidade criativa. Pelo menos quero acreditar que sim.

Desde que me mudei, tenho voltado a ver séries - muito por culpa do Netflix. Vi a segunda temporada do "The Sinner" (gostei muito mais da primeira), vi a primeira temporada do "You" (a nova menina bonita da Netflix), vi o "The Crown" (adorei... Adorei)... Bem, se calhar é também por isto que não tenho tido tempo para escrever por aqui, ah ah!

Agora vamos lá fazer uma experiência... Eu sei que são poucos os que me lêem, mas destas séries que mencionei, há alguma sobre a qual queiram saber a minha Posta de Pescada? :)

Let me know and I'll do my best!

 

14
Jan19

Sou uma vergonha

Miúda Opinativa

1 mês e 11 dias.

1 mês e 11 dias foi o tempo que passou desde que vim aqui pela última vez. E eu até poderia dizer que até tenho andado presente pela blogosfera, só não tenho escrito no meu pasquim, mas estaria a mentir. A verdade é que não.

A verdade é que os últimos meses têm sido uma loucura.

Dezembro, já se sabe, todos passamos pelo mesmo. Mas a isto acrescentemos uma mini-viagem a Bordéus (que A-D-O-R-E-I) e trabalho que não pára de aumentar.E Janeiro, embora ainda só tenham passado 14 dias, não está mais calmo. Muito pelo contrário.

Nestes 13 dias, já tive que lidar com uma situação com a qual nunca, em tempo algum, sequer imaginei que fosse passar.

Mas, e embora saiba que vá ser complicado, quero MESMO tentar voltar a isto. Há tanto para escrever... Desde coisas mais sérias, como esta fantochada política de se acabarem com as propinas no Ensino Superior quando temos uma Saúde na miséria ou Creches inacessíveis, até a coisas que são só parvas, como o Senhor Presidente ligar à Tininha (ou Cris? Como será melhor tratá-la?) no primeiro programa.

Mas são temas "soo last week", ah ah! Mas tenho a certeza que rapidamente surgirão novos assuntos :)

E eu vou tentar não me perder por aqui :)

03
Dez18

Meia-Maratona dos Descobrimentos

Miúda Opinativa

No final de Agosto, decidi inscrever-me, meio por impulso, na Meia-Maratona dos Descobrimentos. Ouvia falar bem desta prova, sobretudo pela rapidez do percurso, e decidi que se calhar era uma boa oportunidade para tentar atingir o meu objectivo - fazer uma Meia-Maratona em duas horas. 

Na altura, andava a correr bastante (no Verão corro sempre mais do que no Inverno) e achava que seria exequível. Até que chegou Setembro, em que iniciei a mudança de casa, depois Outubro, onde na última quinzena estive de férias, a corrida ficou para segundo plano, e quando dei por isso, estávamos no início de Novembro, com 1 mês para voltar à rotina da corrida (e do exercício físico, em geral). 

No meio disto tudo, tive o acidente, que me mandou para as boxes durante uma semana. E a minha expectativa fazer a prova em duas horas foi-se desvanecendo... Para piorar o panorama, quinta-feira passada comecei a sentir-me adoentada, com a garganta arranhada, espirros e nariz a pingar. Pensei, até, em não ir à corrida... 

Acontece que eu estava a precisar de uma vitória. O mês de Novembro começou muito bem, com a minha mudança de casa, mas, a partir daí, tem sido um enorme caos. O acidente, embora não tenha deixado grandes marcas físicas, deixou-me marcas psicológicas que despertaram macaquinhos antigos. E o caos está instalado. 

Então, ontem lá fui... Ainda com alguma esperança de conseguir as duas horas mas pouco confiante. No entanto, durante grande parte da prova achei que, se calhar, iria conseguir. Estava a sentir-me relativamente bem, fiz um bom tempo aos 10 km, e se mantivesse mais ou menos o ritmo, as duas horas iriam ser possíveis. 

 

No entanto... Caos, lembram-se? Ali ao pé da Ribeira das Naus, com a mudança de piso, comecei a perder ritmo. Passados uns km, os meus instestinos (e bexiga) começaram a dar o ar de sua graça e tive que abrandar o ritmo novamente para não haver nenhum desastre. E a partir daí... Não consegui voltar a ganhar o ritmo que estava a fazer ao início e que me iria levar às 2 horas. 

Mas, enfim, lá acabei por terminar, com o meu melhor tempo em Meia-Maratona - 2h03. Admito que foi agridoce: sim, foi bom ter terminado e foi bom ter melhorado. Mas... Não fiz as 2 horas. Fica para o ano. 

 

Nota bastante positiva para um corredor que tendo percebido que eu não tinha conseguido agarrar uma garrafa de água num dos abastecimentos, acabou por ficar com duas, deu-me um toque nas costas e deu-me uma. Ainda há gente simpática :) 

 

 

 

21
Nov18

Indonésia - Parte VI e Conclusão

Miúda Opinativa

Sim, valeu a pena.

As viagens de avião foram longas e caras. Mas valeu a pena cada hora e cada euro.

A Indonésia é um país lindo. Com uma cultura super rica, sinto que aprendi todos os dias qualquer coisa. Adquiri conhecimentos históricos, culturais e religiosos. Mas aprendi, também, formas de estar.

Foi, muitas vezes, um enorme desafio. Desafio para lidar com a comida (sou esquisita), para lidar com a insegurança que sentia na estrada, para lidar com o medo constante de terramotos ou tsunamis. Desafio para desligar (e não conseguir, porque há sempre um e-mail de trabalho a cair e que é capaz de "estragar" um humor), mas de aprendizagem (já disse ao meu chefe que não voltava a levar o telemóvel quando fosse de férias).

Valeu muito a pena e só não digo que quero voltar porque existe muito mundo para ver. Mas se pudesse... Sim, voltava. E sim... Todos os dias penso em Gili T., em largar tudo e ir para lá para me tornar instrutora de mergulho.

20
Nov18

Indonésia - Parte V

Miúda Opinativa

E no dia 22 de Outubro lá fomos, então, para Gili Trawangan, aquele que foi, sem dúvida, o ponto alto da viagem. Não me interpretem mal. Adorei Ubud, adorei visitar os Templos, adorei as pessoas de Bali. Mas Gili Trawangan tem qualquer coisa que me fez pensar "então e se eu largasse a minha vida, o meu trabalho de escritório, o meu commute diário de 3 horas, e viesse para aqui tornar-me instrutora de mergulho?".

Mas antes, uma contextualização. As Gili são um arquipélago constituído por 3 ilhas (Gili Trawangan, Gili Air e Gili Meno), pertencente a Lombok. Estivemos até à última a decidir se íamos a Lombok ou a uma das Gili mas, por aconselhamentos vários, acabámos por decidir Gili Trawangan. E foi a melhor decisão que tomámos.

As Gili são 3 pequenas ilhas onde não existem veículos motorizados. Assim, as pessoas deslocam-se em carroças, em bicicleta ou, claro, a pé. Quão maravilhoso é isto?

Mais maravilhoso ainda é o mar. A praia. Como disse antes, as praias em Bali não são assim tão diferentes das nossas prais do Algarve. Mas ao chegar a Gili... Meu Deus. Água azul, transparente. Só de escrever isto, quase 1 mês depois, tenho vontade de chorar. Chorar de saudades. Saudades de felicidade, por ter sido sortuda o suficiente para ver e poder estar lá.

É um facto que Gili Trawangan é uma ilha muito virada para o turismo (acredito que as outras, sendo mais pequenas, sejam menos "confusas"). E é verdade que à parte de praia (e atividades direcionadas para a praia) não há muito que fazer. Mas às vezes... às vezes é só isso que é preciso.

Às vezes, é só preciso pegar em máscaras de snorkling e passar duas manhãs debaixo de água a ver peixinhos lindos. Às vezes, é só preciso alugar bicicletas e passar um dia a explorar a ilha calmamente, com paragens para conversar com estranhos e, la está, fazer snorkling. Às vezes, é só preciso parar e ver um pôr-do-sol incrível.

Às vezes, é só preciso parar - tanto quanto possível, claro, porque a cabeça não pára, não desliga. Mas quase que consegue.

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Infelizmente, a passagem por Gili Trawangan foi pequena. Lá está, sabendo o que sei hoje, e com os mesmos dias de férias, se calhar teria excluído Nusa e teria passado aqui mais tempo (ou ido a outra Gili).

Gostei mesmo muito e sim, custou ir embora. Mas no dia 25 pusemos novamente as mochilas às costas, para voltarmos para Bali, onde dormimos em Jimaran, num hotel de luxo (50€ por uma noite, com uma promoção da Booking, ah ah). A escolha por Jimbaran deveu-se, sobretudo, à proximidade do aeroporto, onde ia apanhar o avião no dia 26.

E foi, também, uma boa escolha. Ao chegarmos ao hotel, depois de uma viagem algo atribulada (mar picado e estômago às voltas), decidimos ficar pela piscina a aproveitar o calor e o sol.

No dia seguinte, 26 de Outubro, acordámos de madrugada e vimos o nascer do sol. Sem fotos para documentar, mas valeu muito a pena. Nesse dia ainda fiquei um bocado na piscina e depois... Depois lá tive que deixar o paraíso, ir para o aeroporto e suportar a viagem longa longa longa.

Viagem longa, é um facto, mas que valeu a pena.

19
Nov18

Indonésia - Parte IV

Miúda Opinativa

Ora então... Tínhamos ficado em Ubud.

No dia 20 de Outubro (incrível pensar que já se passou 1 mês) pusemos novamente as mochilas às costas e fomos, então, para Nusa Lembogan. Nusa Lembongan é uma pequena ilha, pertencente a um arquiopélago de 3 pequenas ilhas (Nusa Lembongan, Nusa Penida e Nusa Ceningan) que, por sua vez, pertence a Bali. Para irmos para lá, tivemos que apanhar 2 barcos e foi uma aventura. Tudo. A parte mais calma foi mesmo o transporte do hotel para o porto, onde, então, tivemos que levar as malas para o primeiro barco (e passar com elas por entre a água, ah ah). No primeiro barco, as malas iam assim meio à solta, o que fez com se molhassem, pois está claro. O segundo barco já era mais a sério e já não houve precalços.

Chegados a Nusa, fomos, então, para o nosso hotel. Honestamente, terá sido, provavelmente, o pior hotel onde ficámos. Não é que tenha sido mau, mas não foi tão bom como os outros, sobretudo em relação à hospitalidade. Outra coisa interessante foi, sem dúvida, o fato de não haver propriamente água doce. Sim. Tomámos banho de água salgada, ah ah!

Nusa Lembongan é uma ilha pequenina, sendo facilmente percorrida num dia. Por outro lado, curiosamente, deve ser um sítio muito atractivo para chineses ricos, uma vez que os locais turísticos mais caros estavam claramente direcionados para aquele público, em que até os letreiros estavam em chinês.

Em Nusa Lembongan existem 3 pontos principais: Sunset Beach (onde se batem palmas quando o sol se põe), Dream Beach e Devil's Tear (que me fez lembrar a nossa Boca do Inferno). Nós ficámos instalados num hotel perto de Mushroom Beach, uma baía muito gira.

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No nosso segunda dia em Nusa, alugámos uma scooter para darmos um passeio pela ilha e acabámos por ir a Nusa Ceningan, onde "aterrámos" numa praia lindíssima.

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Nusa Lembongan foi uma boa experiência, sem dúvida, mas não foi a melhor experiência. Gostei de lá estar, gostei de descansar, gostei das paisagens mas, admito, teria "cortado" esta ilha do itinerário para poder ficar mais tempo no destino seguinte, as Gili.

Mas essa fica para amanhã :)

16
Nov18

Ainda bem que não vivo do Blog

Miúda Opinativa

Não, não tinha como objetivo deixar ninguém na expetativa sobre os restantes dias das minhas férias. Acontece que às vezes... A vida acontece. 

E às vezes a vida é muito fixe. E outras vezes a vida é só assustadora e perigosa. E desde a data que escrevi os posts sobre a Indonésia tive contacto com as duas vertentes. 

Pois que os posts foram escritos no fim-de-semana em que fiz a mudança para a minha casa nova. Mas, em mudança, não tive tempo de acabar. Depois, naquela primeira semana, foi o início da adaptação à vida de "vivo sozinha", sem tempo para me dedicar ao pasquim. Mas o plano era acabar de escrever sobre a viagem no fim-de-semana de 10 e 11 de Novembro (mas muito provavelmente, no dia 11, à tarde, depois de ir a uma aula de HIIT e almoçar em casa dos meus pais). 

Acontece que no dia 11 de manhã, a caminho da aula de HIIT, e com o piso da Marginal molhado, perdi o controlo do carro, fiz um pião e "estacionei-o" num semáforo, que ficou sem o lampião. Eu, que nunca tinha tido um acidente, estreei-me nestas coisas com um carro que vai para a sucata. Não foi fixe. Não foi fixe porque a coisa podia ter corrido muito mal, de várias formas. 

Mas, enfim, à parte de danos materiais, a situação não foi muito grave. Passei a manhã no S. Francisco Xavier e a tarde a descansar, a pensar na vida, e já não houve Indonésia para ninguém. 

Pensar na vida... É isso, pensar na vida. 

Foi, muito provavelmente, o maior susto da minha vida. Não, obviamente, o maior trauma, mas o maior susto. Em que depois de perder o controlo e andar às voltas, só pensava nos meus pais que não podiam perder outro filho. Em que depois de ter percebido que uma pessoa que ia no passeio ficou ferida, sem gravidade, só pensava que podia ter morto uma pessoa. Só pensava que se eu tivesse morrido e a minha vida tivesse sido só isto, então, embora não tivesse tido uma vida má, não tinha atingido nada daquilo que eu queria ter atingido.

 

Mas, ainda assim, tinha tido muita sorte e se calhar devia ficar agradecida por isso. Agradecida por ter sobrevivido sem mazelas (um galo na cabeça e uma haste dos óculos danificada não contam) e não ter morto nem ferido com gravidade ninguém. Agradecida. Simplesmente agradecida. E é nisso que tenho que pensar. É nisso que me tenho focado, nos dias maus, em que só me apetece ficar na cama para não ir para um trabalho que já não me dá aquilo que eu preciso. Estou viva, saudável (e aparentemente forte). Vamos a isso. 

 

Quanto à Indonésia... Vou tentar neste fim-de-semana terminar os posts. Vou tentar. Mas para já... Tenho saudades. Há 1 mês estava lá e parece que foi há uma eternidade. 

07
Nov18

Indonésia - Parte III

Miúda Opinativa

No dia seguinte partimos, então, para Ubud (e aqui sim, de Grab) e no dia 17, o iniciámos a visita pela cidade.

Para esta visita, recorremos aos serviços de um guia aconselhado por uns amigos que foram a Bali e foi a melhor decisão que eles e nós tomámos (bem, a bem da verdade, não fomos com o guia deles, mas fomos com um dos irmãos).

 

Foi uma óptima decisão porque talvez tivesse sido complicado conseguirmos chegar aos sítios que tínhamos planeado sem a ajuda de alguém que conhecesse não só as estradas como, também, a forma de conduzir... Não fazia ideia, mas eles conduzem pela esquerda!

 

Para além disso, o guia foi, também, extremamente simpático e disponível para nos explicar o que quiséssemos, nos levar aos sítios que queríamos e ainda sugerir outros, tirar-nos fotografias... Valeu muito a pena. E antes que pensem "ena pá, a miúda deve ser rica, para poder estar de guia privado", eu digo que não... Estivemos 2 dias com ele e gastámos cerca de 43€ por dia - e este valor incluía carro com A/C (bem precioso!!), gasolina, entradas nos parques de estacionamento pagos e, claro, a simpatia.

 

Bom, mas vamos ao roteiro...

Adivinhando ou não as minhas insónias, o nosso guia "levou-nos" a  Bali Pulina (Agroturismo), onde é feito o café mais caro do Mundo e tem uma vista deslumbrante (mesmo sem mar). Depois desta visita, onde os meus níveis de cafeína aumentaram exponencialmente e os efeitos da insónia diminuíram, fomos para Pura Ulun Danu Beratan e, depois, para Tegalalang Rice Terraces... Impressionante, by the way. Impressionante. De seguida, fomos para Tanah Lot, onde vimos o pôr-do-sol. Lindíssimo.

 

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No segundo dia com o nosso guia, começámos a visita no Sacred Monkey Forest Sanctuary. Eu sei, eu sei. Então no post de ontem eu dizia que tinha medo de animaizinhos selvagens e fui-me meter num local cheio deles?! É verdade, aconteceu. No entanto, o nosso guia tranquilizou-me, dizendo que eles são muito mansos e não fazem mal a ninguém. Admito que estava meio desconfiada, mas assim que entrei no dito santuário, percebi o que é que ele queria dizer. Os macaquinhos são, de facto, uns paz de alma. E são muito giros e fofinhos e quase que tive vontade de trazer um para casa. Ah. Ah. Ah.

 

Depois, fomos a Tegenungan Waterfall. Sim, uma cascata!!!! Eu explico: eu tenho uma panca por cascatas. Sempre quis ir a cascatas. No ano passado, na Costa Rica, fui, mas o médico aconselhou-me, devido à mordida do guaxinim, a não mergulhar naquele tipo de águas. Então... fui, mas fiquei, literalmente, em terra. Tristeza. Mas este ano vinguei-me e foi giro :) A água estava gelada e não pudemos ir mesmo para o pé da queda de água (sad), mas valeu a pena.

 

Paragem seguinte: Goa Gajah. Não gostei particularmente, admito. Mas se calhar o problema foi nosso... Será? Daqui fomos para Ganun Kawi... Com muitas subidas e descidas (minhas ricas pernas!!), presenteou-nos com vistas incríveis. Mesmo.

 

Finalmente... o Tirtha Empul, claro, onde eu bem tentei, mas não saí de lá purificada...

 

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À noite, ainda vimos (parte) de um espectáculo de dança balinesa. Foi interessante mas ficou só por "parte" porque nós estávamos extremamente cansados.

 

O nosso objectivo era, no dia seguinte, viajarmos para o destino seguinte. No entanto, no final do primeiro dia de visita, percebemos que íamos querer um dia para descansarmos. Assim, prolongámos a nossa estadia em Ubud por mais um dia e marcámos o destino seguinte, Nusa Lembongan - lá está, a vantagem de irmos com "mente e agenda abertas" XD

 

Assim, depois de termos visitado os principais locais em Ubud, no dia seguinte ainda fizemos um trilho e à tarde, ficámos na piscina do hotel. Férias também têm que ter descanso.

 

E por agora fico por aqui... Nusa Lembogan fica para o próximo episódio :)

 

 

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