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Sobre pêlos

por Miúda Opinativa, em 23.06.17

Há uns anos, comecei a fazer depilação a laser. Primeiro num hospital privado, onde era estupidamente caro, e depois mudei-me para a Clínica do Pêlo, onde era francamente mais barato. Era e é. No entanto, acho que o facto de ser francamente mais barato não obriga a que o serviço seja mau.

 

Eu não tenciono lá voltar muitas mais vezes, confesso. A partir do momento em que comece a ser apenas manutenção (já estou nessa fase nalgumas zonas, só me faltam as pernas), vou mudar de freguesia. Porque acho mal. Acho mal ter uma hora marcada e ser atendida passado meia hora. Acho mal que todas as técnicas, mas todas as técnicas, devam muito à simpatia e à educação. E acho pior ainda que uma delas (que logo por azar é a que me tem calhado mais vezs) tenha um ar completamente tresloucado e pareça que não sabe muito bem o que está a fazer. Vamos lá ver uma coisa... Estão a passar laser na minha pele. Eu não quero uma louca a passar laser na minha pele.

 

Não percebo. Tudo bem que para se manterem "competitivos" têm que cortar em algumas coisas (como, por exemplo, numa recepcionista); mas no bom atendimento não deveriam cortar. Nem numa boa gestão de marcações. Mas isto é só a minha opinião.

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Sobre os Transportes de Lisboa

por Miúda Opinativa, em 22.06.17

Ok, eu sei, toda a gente se queixa e toda a gente se queixa há muito tempo. O meu post já vai tarde - mas, lá está, depois de 1 ano a não andar de transportes públicos, isto de voltar (e voltar nestas condições) custa um bocado. 

 

Custa pagar um passe mensalmente e ser raro o dia em que não exista uma perturbação numa linha qualquer do Metro (mesmo que não me afecte directamente). Custa pagar um passe mensalmente e o comboio que eu apanho de manhã se atrasar frequentemente. Custa ir enlatada numa carruagem porque só existem 3 carruagens na Linha Verde (e custa não perceber bem a história de só existirem 3 carruagens nessa Linha porque uma das estações não "aguenta" mais carruagens - afinal, eu ainda sou do tempo em que a Linha Verde tinha as 6 carruagens e passava em todas as estações... Alguém me explicar isto?). 

 

Eu sei que há vidas mais complicadas que a minha e mesmo assim eu sou uma sortuda, porque só apanho o comboio e o metro. Podia ter ainda que apanhar autocarro para ir para a estação, por exemplo, mas vou de carro e deixo-o lá. E saindo do metro, estou a 5-10 minutos a pé do trabalho. 

 

Mas custa. Nós pagamos por um serviço e o serviço não é bom - é cada vez pior. Nós pagamos por um serviço e por não termos alternativa, os prestadores desse serviço fazem o que querem. E pagamos cada vez mais por uma qualidade cada vez inferior. 

 

E ainda penso nos turistas. Lisboa é uma cidade cool, está na moda, está cheia de turistas. Veem-se mais turistas que lisboetas. O que é que eles pensarão disto? Como é que Lisboa pode ser tão cool se às vezes parece que vamos em vagões de gado?  

 

Eu que estou a gostar do meu trabalho, às vezes penso que queria mudar daqui por uns tempos só para não ter que andar nesta selva todos os dias. Eu que até não me importava de ficar a trabalhar até depois da hora - porque há sempre coisas para fazer e a verdade é que isso me adiantava trabalho -, acabo por não o fazer. Porque caso contrário, arrisco-me a chegar muito tarde a casa. 

 

Mas também pode ser só o casnaço a falar. 

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Se um dia mandar...*

por Miúda Opinativa, em 21.06.17

Acabo com a possibilidade de exploração de situações de tragédia. Sim, todos nós nos chocámos - e ainda bem que nos chocámos, signfica que temos empatia -, com os incêndios. Todos nós lamentámos as mortes, pensámos no sofrimento dos familiares das vítimas. Eu pensei nisso e escrevi sobre isso.

 

Mas isso é uma coisa. Outra coisa completamente diferente é a exploração que a Comunicação Social faz disso. É o mostrar o rosto e a história de cada vítima não como forma de a dignificar mas apenas para vender e para obter cliques. Irrita-me verdadeiramente.

 

Não é isso que interessa. Não é isso que interessa às famílias ou aos entes queridos. Estes querem procurar paz, não querem ter pessoas, que se dizem jornalistas, à porta e nas redes sociais à procura de algo que venda. De uma história, bonita ou triste, que chame a atenção. A história destas pessoas é uma história normal, igual à de tantas outras, que terminou de uma forma terrivelmente má. Não exploremos isso. Já basta o que sofreram. Deixem-nas descansar em paz. Deixem as famílias em paz.

 

Agora o que interessa é avançar. Verificar o que correu mal e corrigir. Corrigir todas as situações que levaram a que isto acontecesse.

 

Sim, às vezes acho que se mandasse, eu seria ligeiramente ditadora...

 

 

*Não vai acontecer.

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Isto de andar de transportes públicos

por Miúda Opinativa, em 20.06.17

Até entrar para a Faculdade, era raro andar de transportes. Dos subúrbios de Lisboa, fazia a minha vida praticamente toda na minha zona e quando tinha que ir a Lisboa, ia de carro. Mesmo quando ia sair à noite, arranjava quase sempre boleia.

 

Quando entrei na Faculdade, obviamente que isto mudou. E habituei-me a apanhar o comboio e o metro e a demorar cerca de uma hora (mais coisa menos coisa) no percurso para ir e para voltar.

 

O meu primeiro trabalho, acabada de sair da Faculdade, continuava a exigir-me a utilização do comboio e do metro. Mas era mais longe e não era fácil. Sobretudo porque as minhas aulas acabavam, o mais tardar, as 17 (salvo raríssimas excepções) e no trabalho, saio, no mínimo, às 18.

 

Mas continuei sempre a utilizar transportes. Até ao ano passado, em que comecei a trabalhar a 20 minutos de casa (com trânsito à hora de ponta). Estive lá 1 ano e 1 mês (portanto, muito pouco tempo, quando comparado com o tempo que eu andei de transportes) mas habituei-me. Foi uma maravilha. Mesmo.

 

Até que o projecto terminou e voltei a trabalhar em Lisboa. Bem, não é bem Lisboa. Como diz o meu namorado, eu entro em Lisboa para voltar a sair de Lisboa. E voltei à vida de comboio + metro. O que, depois de um ano a trabalhar a 20 minutos de casa com trânsito, tem sido complicado. Eu sei, há coisas mais complicadas. Mas voltar às latas de sardinhas não é bom. É péssimo.

 

Tem-me sido útil para ler (ou para estudar, nos últimos dias), mas não é fixe.

 

Ontem deparei-me com o seguinte cenário:

- Metro a abarrotar, embora eu me tenha conseguido sentar num daqueles bancos de 3. Casal de franceses meio hippie. Ele com a camisa aberta a partir da barriga. Barriga saliente (diria que está grávido de 4 meses). E uma gota de suor a descer por ali abaixo. WHY?!

 

 

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Não tenho nada a dizer

por Miúda Opinativa, em 19.06.17

Porque não consigo dizer nada.

 

No Sábado saí de minha casa às 19. Na TV passava a notícia de um incêndio. Pensei "Já está. O Verão ainda não começou, mas um dia de calor como este foi suficiente". Fui quase displicente. Era mais um incêndio, o primeiro de 2017, nada de novo num país onde só se fala em prevenção em Agosto. Foi quase, admito, como quando vemos um ataque bombista no Iraque, na Síria ou no Afeganistão - já estamos habituados, é mais um.

 

Saí de casa às 19, fui ter a casa do meu namorado, que já lá estava com uns amigos, e saímos para jantar. Comemos bem, divertimo-nos, rimo-nos, surpreendemo-nos com a trovoada, a chuva e a ventania.  Saímos do jantar e fomos a um dos rooftops de Lisboa. Voltámos para casa. Fui passear o cão dele sozinha, porque ele teve que resolver um assunto da mãe, e liguei o Facebook no telemóvel. 19 mortos num incêndio. 19 mortos num incêndio? Como? Como é que é possível?

 

Foi possível. 19 mortos num incêndio em Figueiró dos Vinhos. Figueiró dos Vinhos? Eu conheço alguém de lá! É a minha nova colega de trabalho? Não! É uma colega da Pós-Graduação. Uma das pessoas com quem mais me dou... Eu sabia que ela não estava na terra, mas também sabia que a família dela está lá. Fiquei com o coração apertado. Mandei-lhe uma mensagem. Apesar de tudo, apesar das dificuldades de comunicação com a família e amigos, parece estar tudo bem.

 

Mas é impossível, ao vermos as imagens na TV, não ficar de coração apertado. Mais impossível ainda quando conhecemos alguém, de quem até gostamos, que é muito próximo de todo aquele inferno.

 

Nem quero imaginar o que terão aquelas pessoas sentido na morte. O medo. A certeza de que era o fim. O sofrimento.

 

Nem quero imaginar a ansiedade da minha colega, que tem lá a família, amigos e agora o namorado, que é militar e também foi para lá.

 

E entretanto... A terra da minha colega de trabalho também foi atingida. Maçãs de Dona Maria.

 

É assustador. Os relatos impressionam e nem conseguimos, nem queremos imaginar o que aquelas pessoas estão a viver. Era bom fazer fast forward para a parte em que tudo volta ao normal; no entanto, para aquelas pessoas, nada nunca voltará a ser "normal".

 

Esta terá sido uma daquelas situações em que tudo o que podia ter corrido mal, correu. E correu pior ainda. E perguntam-me porque é que tenho dificuldade em acreditar...

 

 

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Perdoar e Esquecer

por Miúda Opinativa, em 16.06.17

Há uns dias, os Destaques do Sapo mostraram-me este post. Julgo que não conhecia o blog, mas o título chamou-me a atenção. Dizia a autora, como poderão ler, que não concorda com a ideia de que "perdoar é um acto de coração e esquecer um acto racional". E bem... Eu concordo com a Cristina. De tal modo que decidi escrever aqui sobre isso.

 

Eu tenho uma memória auto-biográfica extremamente apurada. A sério. Sou conhecida por isso. Lembro-me de coisas que acontecerm há anos, muitas delas sem qualquer relevância, e com um nível de pormenor que chega a ser ridículo. Às vezes lembro-me do que tinha vestido ou o que é que tinha comido ao almoço. E isto gera situações muito engraçadas (eu voltei ao contacto com o meu namorado precisamente por causa da minha memória), mas também leva a que eu simplesmente não consiga esquecer certas situações - algumas das quais eu gostaria muito de esquecer. Mas simplesmente... Não consigo. E quando me esqueço, não é por "conseguir" - ou seja, não é o tal acto racional. É porque, simplesmente, já não me lembro da situação.

 

Perdoar não. Perdoar exige uma reflexão da minha parte e uma decisão por se vale ou não a pena perdoar. Não se trata de esquecer; trata-se, pelo contrário, de apesar de me lembrar, decidir, racionalmente, que não quero que determinada situação estrague determinada relação. Mas para perdoar é preciso lembrar. Porque se não me lembrar... Estou a perdoar o quê?

 

Sim, perdoar também é um acto de coração. Mas é um acto racional.

 

 

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Wayard Pines

por Miúda Opinativa, em 14.06.17

Depois de ter lido o livro "Matéria Escura", de Blake Crouch, decidi que queria dar uma hipótese à trilogia Wayward Pines. Como disse na minha posta de pescada, tinha visto a primeira temporada da série de TV, gostei muito durante uns episódios, mas depois a coisa descambou e fiquei mesmo desiludida.

 

Mas pensei, depois de ler a Matéria Escura, que se calhar devia dar uma oportunidade ao Wayward Pines. Afinal, se os filmes são sempre piores do que os livros (salvo algumas excepções), então as séries de TV também podem ser.

 

Dito e feito. Pedi ao meu namorado que me encontrasse a versão original e-book (não quero mais traduções) e só não devorei em menos tempo porque, bem, não tive tempo. E a verdade é que gostei bastante. Muito bem escrito, e com a capacidade de manter o leitor em suspense (mesmo o leitor  que, como eu, já sabia mais ou menos a história). A verdade é que existem algumas diferenças entre a série e o livro e embora as situações que me fizeram deixar de gostar tanto da série também apareçam no livro, a verdade é que aqui não pareceram tão despropositadas. Fizeram sentido.

 

Gostei bastante e estou ansiosa por ler os outros dois. Agora não tenho lido nada (tenho ocupado as minhas viagens de transportes a ler artigos para as últimas avaliações da Pós-Graduação  - parece que as últimas são as mais difíceis, arre!), mas assim que er a trilogia completa, tentarei escrever mais sobre o assunto :)

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As voltas que a vida dá

por Miúda Opinativa, em 12.06.17

Quando entrei na Faculdade de Psicologia, há quase 10 anos, não sabia muito bem o que queria fazer com o Curso. O meu objectivo era "compreender o comportamento humano" (quem é que entra em Psicologia sem ter este objectivo? Ninguém. E sim, aos 18 anos somos ingénuos e parvos XD) e sabia que não queria ser Psicóloga Clínica (faço parte do 0.5% de alunos que quando entram em Psicologia nem sequer considerava essa hipótese - a maioria dos caloiros pensa que pode ser uma alternativa bastante possível).

 

Por outro lado, quando me diziam "vai para Recursos Humanos, é a única área da Psicologia que dá emprego", eu mandava essas pessoas dar uma volta. "Que seca", dizia eu.

 

Quando eu entrei em Psicologia, não sabia muito bem o que fazer, mas achava que podia ter alguma coisa a ver com Psicologia Educacional.

 

Acontece que depois do primeiro mês em Psicologia, desiludi-me com esta ciência. E deixei de querer Psicologia Educacional e fiquei sem saber de todo o que poderia fazer. Podia ter saído? Poder podia, mas para isso era preciso que eu soubesse para onde queria ir em alternativa.

 

Os anos foram passando e acabei por seguir, no Mestrado, uma outra área, menos conhecida, mas muito virada para a investigação social. "Ahhh, então descobriste que querias fazer investigação?" Não, ah ah. Na verdade, essa era uma área que, achava eu, também me abriria portas para trabalhar em Publicidade. Também gosto de Publicidade e para quem estava desiludido com a Psicologia, era uma possibilidade de trabalhar em algo fora dessa área sem desperdiçar os anos de formação.

 

Acontece que a teoria nem sempre se aplica na prática e tirando um estágio curricular de pouco mais de 2 meses, nunca consegui entrar na Publicidade. Óbvio que não, por razões muito práticas: a área onde eu queria trabalhar, Planeamento Estratégico, é uma área que só existe em grandes agências. É um mercado muito pequeno. Adiante. Fiz um estágio profissional em Estudos de Mercado e meses depois, acabei por ir parar a uma empresa de Trabalho Temporário como "Consultora de Recursos Humanos Estaiário"- o meu primeiro contacto com os Recursos Humanos. Não gostei particularmente.

 

Mas a vida é uma coisa engraçada. Não gostei, voltei para a Faculdade, estive a fazer Psicologia Educacional. E quando comecei a fazer a Tese, direccionada para o aconselhamento de carreira, comecei a pensar que se calhar ia trabalhar em Recursos Humanos, porque era isso que eu queria fazer.

 

Volta não volta... Foi mesmo isso que aconteceu.

 

Estou a acabar agora a Pós-Graduação em Gestão de Recursos Humanos e tirando questões administrativas, posso dizer que gostei. E estou a trabalhar num Departamento de Recursos Humanos de uma empresa e... estou a gostar bastante (apesar de todo o trabalho. Ou por causa de todo o trabalho).

 

E a vida é engraçada. Aquilo que eu dizia que não queria fazer é, afinal, aquilo que estou a fazer. Primeiro porque, de facto, era a área onde consegui arranjar "qualquer coisa" (a tal de Trabalho Temporário). Mas depois porque gostei. Gosto.

 

O mais irónico disto tudo? A minha Tese em Psicolgia Educacional seria sobre o Planned Happenstance no desenvolvimento de Carreiras...

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A Greve dos Professores

por Miúda Opinativa, em 09.06.17

Ponto 1:

- Eu sou a favor da Greve. Penso que, historicamente, permitiu-nos ganhar direitos importantes que hoje temos como adquiridos mas que, para existirem, alguém teve lutar. E muito. 

 

Ponto 2:

- Eu não sou a favor das greves desmedidas. Penso que perdem valor. Porque é "só mais uma" e geram questões como "mas agora estão a protestar porquê mesmo?". A existência de muitas greves faz com que a população, que até pode ser solidária com as motivações das greves, acabe por deixar de o ser. Por desvalorizar e, em última análise, porque acabam por ser prejudicadas por esse número imenso de greves. Aconteceu com os transportes - a CP e o Metro de Lisboa perderam todo o apoio da opinião pública porque a opinião pública foi quem saiu mais prejudicada com todas as greves que realizaram. 

 

Ponto 3:

- Eu terminei o Secundário há 10 anos (God...). Estes 10 anos permitem-me relativizar a importância dos Exames Nacionais mas não me permitem desvalorizá-los. Hoje reconheço que em muitos casos os Exames Nacionais não têm grande importância (o meu foi um desses casos), mas também me lembro da ansiedade que provocam. 

 

Posto isto, acho que esta greve dos professores, marcada por esse mui nobre senhor para um dia de exame, é uma falta de respeito para com os alunos. Pior do que isso, só mesmo dizer-se "vão muito a tempo de remarcarem os exames desse dia". 

 

Se eu fosse professora, mesmo estando descontente com os salários, com a carreira, com o Estado, com o que fosse, seria incapaz de, depois de um ano (ou mais) a ensinar aos alunos não só conteúdos programáticos como, também, a importância do esforço e do trabalho, fazer greve num dia de exame. Estaria a desvalorizar a importância dos exames, estaria a desvalorizar o trabalho dos alunos. Que mensagem é que lhes passava? 

 

Mas, na verdade, se eu fosse professora, não apoiaria o mui nobre senhor... 

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Eitá que isto está difícil!

por Miúda Opinativa, em 08.06.17

Não está difícil no verdadeiro significado da palavra, porque estou feliz. Cansada, mas feliz.

 

Mas entre trabalho remunerado e trabalho para a pós-graduação (que está quase quase quase a terminar, mas este quase está a dar trabalho), sobra-me pouco tempo (e capacidade, confesso, sobretudo capacidade para escrever outras coisas no computador). 

 

Mas estou viva. Na terça acabei de ler um livro sobre o qual quero escrever aqui. E não tenho parado. E estou cansada. Mas feliz. E a continuar a fazer desporto para manter o equilíbrio :)

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