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Opiniões e Postas de Pescada

Opiniões e Postas de Pescada

21
Set17

O Código do Trabalho

Miúda Opinativa

O Código do Trabalho é uma das minhas ferramentas de trabalho. E a ideia mais ou menos generalizada é que, tendencialmente, e apesar de tudo, o Código do Trabalho até protege o trabalhador e as famílias. Se depois as empresas cumprem ou não ou se dão a volta ou não, é outra questão. Mas a verdade é essa - o Código do Trabalho até protege os trabalhadores e as famílias. 

 

Mas depois há questões incompreensíveis. 

 

Alguém me explica porque raio é que com o falecimento da sogra ou do sogro ou da nora ou do genro o trabalhador tem direito a 5 dias e com o falecimento de um irmão/irmã o trabalhador só tem direito a 2 dias? 

 

Ok. Se um sogro morrer, o trabalhador pode ter que prestar auxílio ao cônjuge - até porque a morte, para além da tristeza, traz associada uma série de trabalhos e burocracias. Mas, e mesmo tendo em conta que podem existir casos de relações muito próximas entre sogros e genros / noras (era óptimo que fosse assim sempre!!), parece-me que o sofrimento, a dor (e mesmo as burocracias!) ligadas à morte de um irmão serão muito mais, na maioria dos casos, que com a morte de sogros / genros e noras.

 

Não?  

20
Set17

Quando a vida muda a sério

Miúda Opinativa

Tenho andado ausente pelas piores razões.

Foi há uma semana e um dia que o meu último post foi publicado e desde aí, a minha vida deu uma verdadeira volta de 180º. SQue faz pensar que as outras voltas que a vida dá, ou deu - o desemprego, as mudanças de áreas profissionais, os arrufos com o namorado - sejam, na verdade, pequenas voltinhas.

 

Setembro não trouxe coisas boas. Nesta semana, soube o que é uma perda verdadeira e definitiva misturada com a tristeza natural e a revolta. Nesta semana, tive que ser rocha e tive que, em 24 horas, passar por 3 países diferentes. Nesta semana, tive que lidar com a minha tristeza, com a incompreensão, com o sentimento de que nada daquilo era real. Nesta semana, tive que aceitar que sim, que tudo era real. Que tudo era feio, triste e sobretudo definitivo.

 

Esta semana, a minha vida, tal como a conheci durante 28 anos, acabou. Porque simplesmente, nada voltará a ser como "antes". E o antes, que é só "há uma semana e um dia", de repente parece que foi há 10 anos.

 

Não sei como será daqui para a frente. Ontem voltei ao trabalho - porque a vida tem que seguir o seu rumo -, e vamos ver. É possível que nos próximos tempos não publique com a mesma periodicidade com que tenho publicado. Porque apesar de me apetecer escrever, não me tem apetecido escrever nem opiniões nem postas de pescada.

 

Mas vou vendo o que vocês escrevem :) 

12
Set17

Quando é que sabes que estás velha?

Miúda Opinativa

É com o aproximar dos 30 (a sério que só faltam 6 meses para os 29?!)?

É com os casamentos e com os filhos de metade dos teus amigos?

 

Não. É passares pelo teu professor de EVT*, que até há bem pouco tempo até te reconhecia, e ele já não saber quem tu és. Sad. XD

 

 

*EVT ainda existe? É que se já não existe, então é outra coisa para te sentires velha.

11
Set17

Redes Sociais e Trabalho

Miúda Opinativa

Há uma coisa que me apoquenta um bocadinho: a mistura entre vida profissional e a vida pessoal.

Talvez porque sou um bicho um pocuo anti-social, não gosto muito de misturar os dois campos. À excepção do meu último local de trabalho, de onde já saí há quase 6 meses mas que continuo a manter contacto com as minhas antigas colegas (curiosamente, todas já na casa dos 40), não estabeleço grandes contacto com os meus colegas. Acho que tenho e sempre tive uma relação cordial com a maioria dos meus colegas, dou-me e sempre me dei bem com as pessoas, convivo bem nas horas de almoço (apesar de às vezes ter necessidade de ter as minhas horas de almoço SÓ para mim), mas é só.

Saio do trabalho e gosto de vir sozinha no metro para ler. Saio do trabalho e não, não quero ir lanchar ou ir beber um copo com os meus colegas. Quero ir para a minha vida fora do trabalho. Para o meu desporto, para os meus amigos, a minha família, o meu namorado.

 

Eu sei. Sou anti-social.

 

Por isso, não gosto de misturar redes sociais com trabalho. Não gosto de ter colegas de trabalho (sobretudo pessoas de quem sou colega há pouco tempo) como contacto de Facebook ou como seguidores do Instagram. Eu não ponho muitas coisas no Facebook, sobretudo não ponho coisas que me possam "envergonhar", mas não quero pensar "não vou pôr isto porque não quero que os meus colegas de trabalho vejam". Uso o Instagram um pouco (bastante) mais, porque gosto de partilhar fotos, mas, e chamem-me mau feitio, não gosto da ideia de colegas de trabalho terem acesso à minha vida pessoal. Sobretudo colegas com quem não tenho assim tanta confiança. Não faz sentido.

 

Acho que vou bloquear as minhas contas XD

06
Set17

Questões de género - I

Miúda Opinativa

Se há assunto que está na ordem do dia são as questões de género. Desde a questão do assédio (o que é que consitui assédio? Quando é que um piropo é demais? Quando é que um comentário pode ser considerado abusivo?), passando por questões de desenvolvimento infantil e culminando, claro, na questão da igualdade.

 

Em primeiro lugar, uma ressalva: vou falar aqui de questões de género Masculino e Feminino. E, claro, estarei a incorrer em algo que poderá ser errado, na medida em que estou a excluir outros tantos géneros.

 

Mas vamos lá... Vou discorrer sobre o desenvolvimento infantil, que é algo que me diz um bocadinho.

 

Eu era aquilo a que se chama maria-rapaz. Eu gostava mais de jogar à bola do que de brincar com bonecas, eu não gostava de brincar com Barbies e não gostava de usar vestidos. Quando o meu irmão deixava de usar alguma roupa, eu gostava quando a peça ficava para mim. Eu gostava de brincar com carrinhos, com Power-Rangers e sempre gostei mais de azul do que cor-de-rosa. Os meus pais? Os meus pais sempre conviveram bem com isso. Se eu ia a uma loja e queria uns calções e t-shirt do Super Sonic em detrimento de uns calções e t-shirt de uma  qualquer princesa da Disney, então eu tinha uns calções e t-shirt do Super Sonic. Se eu me queria mascarar de Aladino e não de Jasmin, eu mascarava-me de Aladino (sim, eu mascarei-me de Aladino. E de Gato das Botas). Pacífico.

Ainda assim, havia sempre uma certa tendência para me oferecerem os chamados "brinquedos de menina", especialmente nos primeiros anos da infância, em que os meus gostos não estavam ainda tão vincados, ou de pessoas que não me conheciam tão bem. Assim, num Natal, devia ter uns 4 ou 5 anos (a minha irmã mais nova ainda não existia, por isso não podia ser mais velha que isso), ofereceram-me uma cozinha de brincar. Eu adorei. Mas não fui a única - eu, o meu irmão e o meu primo acabámos a noite a brincar na cozinha. E não, eles não estavam sentados à mesa enquanto eu os servia.

Por outro lado, apesar da minha maior preferência pelos chamados brinquedos de menino, também gostava de brinquedos de menina - Pequenos Poney, Polly Pocket, por exemplo. E tive, também, livros de actividades para menina. Já para não falar de toda a "literatura de menina" que li durante o meu desenvolvimento - desde "A Anita", passando pelas "Gémeas" e o "Colégio das Quatro Torres" até a essa obra de referência, e que eu aconselho a toda a gente, as "Mulherzinhas".

 

Quero dizer com isto que eu era uma criança que brincava com tudo. E que os brinquedos de menina - mais dados ao cuidar, é um facto -, não me tornaram propriamente uma fada do lar. Muito pelo contrário. E para além de brincar com Polly Pocket, brincava com os Micromachine. Para além de brincar com os Pequenos Poney, jogava à bola. E melhor que os rapazes.

 

Curiosamente, apesar disto, acabei por escolher um curso superior "tipicamente feminino" - Psicologia. Um curso visto como um curso associado ao "cuidar". Acontece que eu não fui para Psicologia com a perspetiva de cuidar. Fui para Psicologia com a perspetiva de estudar. Aliás... Se há pessoa incapaz de cuidar, sou eu - li os livros da "Anita", mas nunca quis ser como ela.

 

O que é que eu quero dizer com tudo isto... Sim, os nossos modelos da infância influenciam-nos fortemente. Sim, também me enerva ver pela altura do Natal, corredores de brinquedos cor-de-rosa com a palavra "menina" à entrada e corredores de brinquedos azuis com a palavra "menino". Ou que as roupas de menina digam "I need a hero". Porque sei que isso poderá ter influência no desenvolvimento das pessoas. Mas julgo que a verdadeira questão não reside nas estratégias de Marketing utilizadas; a mim parece-me que a verdadeira questão passa pela educação. Pela tolerância dos pais. Que se uma menina quer brincar com Power-Rangers, então que a deixem brincar com Power-Rangers. Que se o menino quer brincar na cozinha oferecida à irmã, então o menino que brinque na cozinha oferecida à irmã.

Julgo que ao contrário do que parece que agora é tendência, que é tornar tornar todos iguais - agora até se fala de criar roupas unisexo -, o importante é perceber-se que somos todos diferentes. Que é perfeitamente aceitável gostar-se de tudo e mais um pouco. Que todos nós, meninos ou meninas, podemos ser heróis. Mas que o podemos ser de todas as formas. Seja ficando em casa a cuidar, seja a ser CEO de uma empresa gigante. E que tod@s podem ficar em casa a cuidar ou ser CEO de uma empresa gigante.

05
Set17

O Amigo Andaluz

Miúda Opinativa

Há umas semanas, numa ida à Fnac, comprei em promoção o livro "O Amigo Andaluz", de Alexander Söderberg. Chamou-me a atenção a capa, o desconto apresentado e o facto de ser um policial sueco.

Eu gosto de policiais e como já devem ter reparado, gosto de policiais suecos. A saga Millenium, que eu já li toda, abriu as portas do estrangeiro aos escritores nórdicos e a verdade é que tenho lido histórias muito boas.

 

Este livro, no entanto, prometia algo diferente. A maioria dos policiais nórdicos que tenho lido baseiam-se numa mesma premissa: há um mistério inicial (normalmente um assassinato) e toda a história se desenvolve na resolução desse mistério. O Amigo Andaluz é algo diferente. Não existe um mistério inicial, apresentando, antes, uma história de traficantes de droga, de polícias e de pessoas "comuns" que, do nada, se encontram numa grande confusão.

 

Esta premissa pareceu-me, inicialmente, muito interessante. No entanto, no decorrer do livro, percebi que não foi muito bem concretizada. O problema até pode ter sido meu; contudo, ao ler outras críticas, percebi que muita gente sentiu o mesmo que eu.

 

A história começa bem, quase a fazer lembrar o início de um filma de acção: temos um prólogo onde há uma perseguição e não percebemos muito bem o que está a acontecer. Depois, na primeira parte, começa a história, 6 semanas antes desta perseguição.

 

E deparamo-nos com uma história de 2 cartéis de droga rivais que se atacam mutuamente e de um conjunto de polícias que mais tarde - e não tão tarde assim - vimos a descobrir que são todos corruptos.

 

O problema da história, na minha óptica, é que tem muitas personagens e muitas vezes o autor perde-se nos relatos que faz. Ficamos sem perceber muito bem o que está a acontecer e porque é que está a acontecer. Ficamos perdidos, pronto. O autor é argumentista e acho que esta forma de contar histórias resulta muito bem em filmes ou na televisão, mas não tanto em livros.

 

Por outro lado, é também visível as influências cinematográficas - más -, no final do livro. Estão a ver aqueles filmes americanos em que no fim metade do elenco é assassinado? Pois, foi mais ou menos isso que aconteceu. Não me convenceu.

 

Ainda assim, torna-se interessante ver como as personagens que à partida seriam más - os traficantes de droga - são as boas pessoas e as personagens que à partida seriam boas - os polícias - são as más pessoas. Enfim, é um bocadinho cliché - o polícia corrupto e o traficante de droga que apesar de o ser, é um fofinho e galã -, mas é sempre giro.

 

Este livro é o primeiro de uma trilogia - a Trilogia Brinkmann -, e não, não me convenceu o suficiente para comprar o segundo.

04
Set17

O que se passa com o Metro?

Miúda Opinativa

Ora bem. Eu sei que já há uns anos que o Metro de Lisboa está a alterar a disposição dos bancos, adotando aquele modelo linear americano. Objetivo: levar um maior número de pessoas nas carruagens, uma vez que assim há mais espaço. 

 

Ao mesmo tempo, os bancos, emv vez de forrados a tecido, estão forrados a cortiça (ou uma espécie de cortiça, vá). 

 

Resultado de imagem para novas carruagens metro lisboa

 

Até aqui.. bem, não digo tudo bem, porque o facto de haver menos lugares para me sentar incomada-me (eu já não vou para nova) mas, de certa forma, compreendo. Até porque assim é uma forma de as malas incomodarem menos

 

E as malas, como se vê, ocupam são as grandes passageiras do metro... 

 

Metro.jpg

 

Mas pronto, dizia eu, compreendo estas alterações. 

 

O que me suscita alguma confusão, e sim, causa bastante transtorno, é o barulho ensurdecedor que há nestas novas carruagens com cadeiras de cortiça (estejam nesta disposição ou na disposição "normal"). É um ruído mesmo ensurdecedor. De tal forma que nem se consegue ouvir bem a senhora simpática a dizer qual é a próxima estação.

 

Eu sei que não sou a única pessoa a achar isso, mas alguém sabe o porquê???   

01
Set17

Setembro... É tempo de recomeços?

Miúda Opinativa

Muito por culpa de 12, 15, 17, 20 anos de escolaridade, muitos de nós vemos Setembro como um mês de recomeços. De começar de novo.

Quando andávamos na escola, Setembro era sinal de novo incío de ano lectivo e apesar de agora, em adultos, já não termos um novo início tão definido, continuamos a ver Setembro como o início de algo: de uma nova dieta, de um novo desporto, de uma nova resolução, o que for. É quase como Janeiro.

 

A verdade é que às vezes - muitas vezes -, é-me mais fácil para mim estabelecer objectivos tentar levar a cabo algumas resoluções em Setembro do que em Janeiro - na verdade, gozo frequentemente com as resoluções de ano novo, esquecendo-me que muitas vezes, faço essas mesmas resoluções em Setembro.

 

Mas Setembro é também um mês estranho, sobretudo desde que acabei de estudar. É o mês do final do Verão. Entramos no último trimestre do ano que passou a correr e foi - está a ser - uma montanha-russa. Às vezes, estou optimista em relação a Setembro e aos meses que nos restam; outras vezes, e sobretudo face a alguns recentes acontecimentos, tenho algum medo do que aí vem.

 

Mas vamos acreditar que Setembro, sendo um recomeço, nos vai trazer coisas boas.

31
Ago17

Será assim tão difícil?

Miúda Opinativa

Sim, eu tenho algumas pancas no que toca à alimentação. Há pessoas piores que eu, mas também há pessoas "melhores" que eu. Algumas dessas pancas passam por não gostar de certas coisas que alguém inventou como serem coisas espectaculares mas que para mim não fazem grande sentido. Duas dessas coisas são Coca-Cola com limão e tostas de queijo com manteiga (ou sandes de queijo com manteiga).

 

Eu não gosto de Coca-Cola com limão. Acho que o limão de certa forma estraga o sabor da Coca-Cola. Se a Coca-Cola tem um sabor tão original e tão específico, para quê estar a juntar limão? Para mim, é quase como juntar açúcar ao café. Eu gosto de café, eu adoro café, e nunca bebi café com açúcar. Sim, pode ser por ser psicopata, mas é também porque gosto mesmo de café, do sabor a café, aquele sabor amargo, quente... Bem, é melhor parar, se não ainda vou ter que beber outro café. No entanto, quando pedimos um café, por defeito ele vem sem açúcar. Com a Coca-Cola não; com a Coca-Cola, porque alguma alminha se lembrou que a bebida ia bem com limão, por defeito lá aparece o limão no copo. Por isso, lá tenho que dizer, sempre que peço uma Coca-Cola, que quero com gelo e sem limão.

 

O problema é que existem muitas pessoas que não conseguem perceber isto. Seja porque são cognitivamente limitadas, seja porque deve ser muito estranho pedir-se uma Coca-Cola sem limão, seja porque não prestam atenção aquilo que se lhes diz ou porque estão de tal modo automatizadas, na maioria das vezes lá vem o limão. Ou, mais estranho ainda, vem o limão e SEM gelo. Ou seja, as pessoas até percebem que há alguma coisa que não é para vir, mas não percebem o quê. Já me aconteceu eu fazer o meu pedido "especial", confirmarem o que é e depois... Lá vem com limão e sem gelo.

 

Outra dificuldade com que me deparo frequentemente é com as tostas e sandes de queijo sem manteiga. Eu adoro queijo, eu gosto de manteiga, mas não gosto assim tanto da junção das duas. E vamos lá ver... Nem sequer é muito saudável. Gordura a mais, não? Mas quantas vezes é que eu peço uma tosta de queijo sem manteiga e depois lá vem a manteiga? 99% das vezes, diria eu.

 

E agora eu pergunto... Será assim tão difícil cumprir estes pedidos? Eu não estou a pedir nada do outro mundo. Aliás, até estou a simplificar o pedido. É não pôr o limão; é não pôr a manteiga. É simples. Porque é que é, caros e caras empregados e empregadas de bar, cumprir o meu pedido tão simples???

 

Obrigada.

30
Ago17

Hey Mate

Miúda Opinativa

Não. Este post não é para dizer olá aos meus amigos (desculpem a piada parva :P).

Este post é para falar sobre uma das modas do Verã 2017. Como não tive oportunidade de brincar numa bóia gigante de flamingo (ou em qualquer bóia gigante, ou em qualquer bóia, vá), decidi experimentar os gelados de rolinho "Hey Mate". Fomos para o Guincho no Sábado mas como fomos expulsos pelo vento, decidimos (vá, eu sugeri e o meu namorado lá foi comigo XD) ir até à Casa da Guia experimentar estes gelados.

 

Para quem não conhece, o conceito veio da Tailândia e consiste em fazer-se os gelados (com sabores como Oreo, Filipinos, Chipmix, limão, Bola de Berlim, Pastel de Nata, etc.) na hora. O rapaz esmigalha os ingredientes à nossa frente, junta uma susbtância qualquer que não percebi o que era, espalha aquilo tudo numa camada fina, faz os rolinhos e voilá, habemus gelado.

 

É uma experiência gira (porque é giro verem-se os gelados a serem feitos) e os gelados não são maus. Mas... Não são suficientemente bons para voltar e passar mais de meia hora numa fila. Porque este processo todo sim, é giro, mas acaba por ser moroso. E às tantas só pensava "fogo, já aqui estive tanto tempo, agora não vou sair" mas, ao mesmo tempo "estou farta disto!!".

 

Para sugestão, caso seja possível: alarguem a banquinha, coloquem mais pessoas a fazerem gelados ;)

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