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Sobre a demora nos restaurantes

por Miúda Opinativa, em 27.07.17

Ontem fui jantar a um Sushi All You Can Eat. E estive quase 3 horas no restaurante. 3 horas. E não, não foi porque comi alarvemente. Aliás, nem repeti... Porque tudo demorou tanto, mas tanto, que se a companhia não fosse boa e não tivéssemos estado estas 3 horas sempre a falar, teria sido o pânico. Provavelmente teria desistido antes de fazer o pedido. 

 

Tudo demorou. Demorou para fazermos o pedido, demorou para os pratos chegarem (compreendo que demore - afinal, é tudo feito na hora e o restaurante estava cheio - , mas tanta demora... God) e demorou para a conta chegar. A conta demorou cerca de meia hora. Meia hora para pagarmos. A sorte, mais uma vez, era o jantar ser bem acompanhado (eu e o meu namorado) e, portanto, a conversa era boa :) E, claro, o facto de sermos honestos. Caso contrário, se calhar teríamos saído sem pagar. Esperámos meia hora pela conta. Meia hora. É muito. Tivemos que a pedir mais do que uma vez. Não faz sentido. 

 

Lá está, eu consigo compreender que os pedidos demorem mais a chegar. Mas é a única demora que consigo compreender. O resto acho que é só falta de organização e falta de capacidade de dar resposta... E custa-me que um restaurante que já existe há algum tempo (embora as gerências vão mudando) não consiga dar resposta a uma sala com lotação de 95%. Faz-me mesmo confusão... 

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Sobre as Autárquicas

por Miúda Opinativa, em 26.07.17

Eu acho isto triste e até preocupante. Mas eu não aguento as Eleições Autárquicas. Ainda a campanha eleitoral não começou e eu já estou cansada.

 

É preocupante porque, bem, SUPOSTAMENTE, seriam as eleições mais próximas de nós. Afinal, as Câmaras Municipais e as Juntas de Freguesia estão bem mais próximas de nós do que a Assembleia da República e a Presidência. No entanto, enquanto que para as legislativas ou para as presidenciais eu até acompanho e a alguns meses das eleições eu já tenho alguma ideia em quem votar, com as Autárquicas isso não acontece. O que, bem, é preocupante.

 

Para mim, os anos das Autárquicas são anos confusos. São anos de obras, essencialmente. Só perto de minha casa, estão a ser construídas duas rotundas (porque há falta de rotundas) e vai ser construída uma outra (lá está, há falta de rotundas) - quando esta começar a ser construída, que fica bem no caminho que eu faço todos os dias para a estação de comboio, vou ter ataques de ansiedade diários.

 

Depois, são os cartazes... Oh que coisa mais parva. Há uns bem giros, que têm uma capacidade de divertir semelhante a um skecth dos Gato Fedorento. Com a pequena diferença, claro, que os Gato Fedorento têm esse propósito e os cartazes das autárquicas têm outro - ainda não percebi muito bem qual, mas terão outro.

 

Depois há os candidatos em si... Há aqueles candidatos que não precisam de campanha eleitoral porque há anos que a Câmara é de determinada cor ou, e esses são os piores, os candidatos que mesmo tendo estado presos por corrupção se voltam a candidatar. E toda a gente sabe que vão ganhar, mesmo sendo independentes. Isto é algo que me causa curiosidade: como é que uma pessoa, que esteve presa por corrupção, se volta a candidatar à Câmara onde fez a tal corrupção? Any ideas??

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Sobre os turistas em Lisboa

por Miúda Opinativa, em 25.07.17

Eu não odeio os turistas em Lisboa. 

Bem, odeio Lisboa com turistas, mas não odeio os turistas em Lisboa. Percebem a diferença? Não acho mal a invasão de turistas - acho que nos faz bem, acho que impulsiona a nossa economia -, mas acho que a cidade não está preparada para tantos turistas. 

 

Acho que nós não crescemos de forma sustentada para recebermos tantos turistas. Um exemplo disso são os Tuk Tuk. Ou a praga dos Tuk Tuk, como eu gosto de lhes chamar. De repente descobriram que era uma coisa gira e vá de pôr Tuk Tuk a circular. Mesmo que para isso tenham que andar por cima dos carros. Mesmo que para isso quase que atropelem pessoas. E os Tuk Tuk que quase parecem monovolumes? Praga, digo eu. PRAGA. Reconheço que são uma coisa boa para muita gente, reconheço que é uma fonte de rendimento para muita gente, mas são uma praga. 

 

Mas, dizia eu, eu não odeio turistas. Se eu adoro ser turista, como posso odiar turistas? 

 

Ainda assim, detesto certos comportamentos de turistas. E há algo que nas últimas semanas me tem aborrecido particularmente. Os turistas no Metro. O facto de o Metro ir até ao Aeroporto desde há 5 anos é uma coisa boa, claro. Mas depois tem esta desvantagem. 

 

Os turistas que andam com as malas ENORMES (a sério, eu acho que eu, com o meu 1.63 e 55kg, cabia nalgumas daquelas malas) no Metro. E, pior, que acham que faz TODO o sentido sentarem-se nos bancos com as malas metidas entre os bancos. Eles até podem só ocupar os dois bancos, mas mais ninguém que tenha umas pernas "normais" cabe ali - porque as malas ENORMES ocupam os lugares das pernas das pessoas que se sentariam ali. E não gosto disso. Eles são turistas, estão de férias. Eu estou a trabalhar e embora passe grande parte do meu dia sentada, sim, estou cansda e gosto de me sentar - as minhas viagens de metro são grandes, faço mudanças e uma pessoa já não vai para nova. 

 

Algumas pessoas dizem que trabalhar em Lisboa no Verão é fixe, porque a cidade está calma. Eu acho que só as pessoas que vão de carro para o trabalho e que não trabalham em zonas turísticas é que dirão isso. 

 

 

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Um pequeno desabafo

por Miúda Opinativa, em 24.07.17

Há duas alturas do ano em que me custa ser adulta. O Verão e o Natal.

 

Há 2 anos que não tenho férias "grandes" (seja em que altura for) e bem, agora no Verão, é quando custa mais. Talvez porque estou sozinha em casa; talvez porque trabalho longe de casa e tenho que fazer todas as tarefas domésticas no fim-de-semana (quando queria era descansar, só descansar); talvez porque os transportes estão igualmente cheios mas com um cheiro pior.

 

Tenho saudades do meu Algarve, da minha praia. Tenho saudades de ir de bicicleta para a praia e correr ao final do dia. Tenho saudades dos meus finais de tarde que culminam no pôr-do-sol mais bonito do nosso país. Tenho saudades da minha pele morena e do meu cabelo loiro loiro.

 

Tenho saudades.

 

(É segunda-feira. Isteo já passa).

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In the end... Does it matter?

por Miúda Opinativa, em 21.07.17

Eu não sou uma pessoa muito sensível. Bem, se calhar sou. Se calhar não gosto é de demonstrar a minha sensibilidade. Mas gosto de ser pragmática. Talvez seja um mecanismo de defesa, uma racionalização, mas sim, vejo certas questões, que geram sofrimento, de uma forma muito pragmática.

O meu Avô morreu há 7 anos depois de 1 ano de muito sofrimento. Muito mesmo. De decadência de uma pessoa que sempre tentou ser activa - apesar de todas as limitações que a partir de determinada altura surgiram. De demência. De total dependência. E portanto, quando o meu Avô morreu - o meu Avô de mãos grandes, com quem eu jogava à bola, que me levava às cavalitas. O meu Avô que tinha um colo onde eu me aninhava, que contava histórias da sua infância e adolescência que eu adorava - eu pouco chorei. Fui pragmática. Porque o meu Avô já não era o meu Avô. Porque se o meu Avô - o senhor de mãos grandes que sempre quis ser activo - percebesse o estado em que estava, e se tivesse capacidade para tal, seria o primeiro a dizer para acabar com aquilo. Racionalizei - o meu Avô morreu. Mas já não sofre. Já não sofremos. Pode descansar (e sim, nessa altura até pensei "pode ir ter com a minha Avó").

 

Isto tudo para dizer que normalmente tento ser pragmática. E que me faz sempre alguma confusão quando as pessoas ficam muito chorosas e desgostosas quando alguém famoso (e que não era das suas relações pessoais) morre. Faz-me confusão, pronto.

 

Até que ontem o Chester Bennington morreu. Suicidou-se por enforcamento. E admito - senti um certo abalo.

 

Eu não tive uma adolescência muito problemática. Enfim, tive ali um ano mais complicado na Escola ao nível das relações com colegas, mas não tive uma adolescência muito problemática. Ainda assim, tive fases zangada. Tive fases depressivas. Tive fases de revolta. E, claro, tive fases boas. E os Linkin Park fizeram parte de todos esses momentos. Sobretudo das fases zangadas. Lembro-me de os ouvir no Discman (old enough?) no volume quase máximo - porque, bem, estava zangada e quando estamos zangados, a música quer-se alta.

 

Lembro-me de ter ouvido pela primeira vez o Numb e de ter achado a música absolutamente genial. Poderosa. De um amigo meu me ter mostrado o My December e de me ter arreapiado. Claro, de adorar o In the End. Lembro-me de quando eles vieram ao Rock in Rio em 2012. Não os fui ver ao vivo, infelizmente, mas vi-os em casa enquanto estava a escrever a Tese. E foram poderosos. Tão poderosos que eu só queria estar lá e não na cozinha ao computador a escrever sobre Falsas Memórias.

 

Na altura decidi que um dia tinha que os ir ver. Bem, nunca mais os vi e agora, provavelmente, nunca mais os vou ver. Sim, o mundo da música ficou mais pobre. Ficámos todos. Porque todos perdemos uma voz brutal. Porque isto dita o fim dos Linkin Park como os conhecemos. Os Linkin Park que, com o seu talento, com a sua música, ajudaram toda uma geração a ultrapassar a adolescência.

 

Não, não choro a morte dele. Mas lamento profundamente. Lamento profundamente que uma pessoa tão talentosa tenha decidido por termo à sua vida. Não, não o considero cobarde. Apenas lamento. É triste. É só triste.

 

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Isto se calhar é um bocado triste

por Miúda Opinativa, em 20.07.17

Mas ontem senti-me uma rainha quando, à tarde, regressei a casa e a Linha Verde tinha composições com 6 carruagens. 

 

A sério que sim. Só o facto de não ir ensanduichada entre pessoas que cheiram mal (bem, provavelmente eu também cheiro) faz-me sentir muito bem. 

 

É isto. Sim, é um post para encher chouriços. 

 

(Mas obrigada, SAPO, pelo destaque do Zomato! :D Assim que tiver tempo respondo aos vossos comentários :) )

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Zomato

por Miúda Opinativa, em 19.07.17

Eu tenho uma relação de "amor-ódio" com a Zomato.

Para mim, é uma forma engraçada de encontrar restaurantes de forma a tentar-se decidir onde ir.

No entanto, admito que me faz uma certa confusão a questão das avaliações, especialmente as qualitativas. Enfim, é uma rede social e como qualquer outra rede social, é muito fácil os seus utilizadores manifestarem a sua reduzida capacidade mental. Mas ler certas críticas torna-se um exercício muitas vezes frustrante porque, bem, não chegamos a conclusão nenhuma. Porque as pessoas são idiotas. Porque as pessoas muitas vezes não sabem comer nem apreciar a real qualidade dos restaurantes.

 

A mim causa-me especial incómodo aqueles comentários que dizem coisas como "sempre fui cliente deste restaurante, já lá ia com os meus pais, e no dia tal aconteceu isto assim assim. Nunca mais lá vou voltar".

 

Isto para mim não me faz sentido. Não me faz sentido que um cliente habitual e antigo de um restaurante deixe totalmente de ir a esse restaurante porque algo não correu bem numa vez - a menos, claro, que tenha aparecido um dedo numa sopa ou assim.

 

Qual é o objectivo de alguém que escreve isto? É algo que não compreendo.

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Sobre esta coisa da opinião

por Miúda Opinativa, em 17.07.17

Bom, para quem tem um blog chamado "Opiniões e Postas de Pescada", isto de criticar quem opina até pode parecer, à primeira vista, estranho. Mas vamos lá ver... Não é mais estranho que a história que eu vou escrever.

 

Num dia da semana passada, quando estava no balneário do ginásio a vestir-me para ir suar um bocadinho, ouvi o seguinte diálogo:

 

Senhora com voz estridente - Então e essa fralda? Continuas com ela?

Criança murmura qualquer coisa que não se percebe.

 

Não liguei muito. Achei que a senhora conhecia a criança. Mas depois:

 

Senhora com voz estridente - Olha, e como é que te chamas?

 

Oi? Então a senhora não conhece a criança? Ok, pronto...

 

Senhora com voz estridente - Olha, e quando é que largas a chucha? Olha, vais ficar com os dentes mal formados. Porque é que não trocas a chucha por um boneco? Ou porque é que não dás a chucha a um bebé? Tu já tens 4 anos, não és um bebé...

 

Fiquei parva com isto. Quem é que aquela personagem acha que é para falar com uma criança que NÃO CONHECE a dizer-lhe para largar a chucha porque caso contrário ia ficar com os dentes tortos?

 

Isto de dar opiniões é muito giro e tal, mas, penso eu de que, é  preciso saber quando as dar e a quem as dar. A senhora não conhecia a criança. A criança não conhecia a senhora - para a criança, a senhora era apenas uma estraha  que se meteu na sua vida. A criança tem 4 anos e deve estar farta de ouvir "não fales com estranhos". Para esta criança, aquela opinião da senhora deve ter sido deve ter sido extremamente estranha e valido 0.

 

Quando é que as pessoas aprendem a não se meterem na vida dos outros?

 

Cereja no topo do bolo: a senhora partilhou com outra senhora que os seus filhos deixar a chucha aos 3 anos (quem diz que a maternidade não é uma competição está claramente errado) porque a mãe dela molhou a chuca em café e eles não gostaram. Hum...

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Madrugar

por Miúda Opinativa, em 14.07.17

Eu sou uma noctívaga. Quando estava a estudar, sempre estudei melhor e fazia a maioria dos durante a noite. Podia passar um dia inteiro às voltas com um trabalho, sem passar das primeiras linhas, mas era à noite que a coisa se desenvolvia. E na maioria das vezes, até nem ficava mal. 

 

Assim, não se pode dizer que eu seja uma pessoa de manhãs. Embora no trabalho me sinta mais produtiva a essa hora, isso acontece apenas no trabalho - acho que é uma questão de adaptação, uma vez que não posso fazer o meu trabalho à noite. Mas de resto, não sou. Gosto de fazer desporto, por exemplo, mas prefiro mil vezes fazer desporto ao final do dia - e o meu corpo rende mais a essa hora (nossa, isto agora ficou estranho, não? Não vou mudar, ficou com piada XD). 

 

Ainda assim, quando tenho que acordar cedo, sinto-me muito mais produtiva. A quantidade de coisas que se podem fazer quando acordamos cedo é espectacular. Produtividade ao máximo. 

 

Por outro lado, acho que existe uma certa magia quando acordamos mesmo muito cedo e vamos para a rua. A solidão é interessante. Vemos a cidadade ainda meio adormecida, sem confusão, como se estivesse numa ronha demorada. Vemos um Mundo a acordar lentamente, e nós, ainda que também meio ensonados, assistimos a tudo isto e pensamos que aquela hora, alguém estará na sua rotina matinal. Ou aqueles com mais sorte, aquela hora alguém ainda estará a dormir e o novo dia o aguarda. 

 

Hoje acordei mais cedo e vim de carro para o trabalho. Cheguei às 7h30, a hora a que normalmente saio de casa. Tenho sono e estou de mau humor. Mas deu-me para pensar nisto XD

 

Nota relativa ao exame: está feito. Acho que dá para passar. Esperemos que dê para passar XD

 

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Não sei como lidar com isto

por Miúda Opinativa, em 13.07.17

De repente "olha, afinal sou importante no meu trabalho".

 

Ao longo da minha vida profissional, nunca fui responsável por nada. Bem, mais ou menos. No meu último trabalho, a dada altura, e durante alguns meses, fui responsável, mas como aquilo não era nada de especial, nunca me considerei realmente responsável.

 

Entretanto o projecto acabou, desemprego e novo trabalho. Não sou, oficialmente, responsável mas aparentemente... Sou. Pelo menos parece que sou responsável pela área do R&S. Wow.

 

Ontem e hoje estou em casa. Não o queria fazer, mas tive que ficar em casa por causa do exame de hoje - medo. Tenho direito à véspera e ao dia do exame e bem, o pânico e o desconforto eram tais que lá fui pedir ao fixe do meu chefe para ficar em casa. Obviamente que deixou. E a única coisa que me fazia pensar "bem, não é assim tão grave" era "bem, eu não sou assim TÃO importante".

 

Mas obviamente que tinha que ser precisamente no dia em que não fui que ia haver um terramoto no escritório. E bem... Afinal eu sou importante. E eu que tinha vindo para casa para estudar, acabei por passar parte da tarde a resolver 1 assunto por telefone e e-mail. Como se eu fosse uma pessoa importante. Que se calhar até sou.

 

E isto deixa-me um misto de sentimentos.

a) Orgulho.

b) Espanto.

c) Mas espera lá... Eu não ganho como uma pessoa importante. Eu tenho telemóvel da empresa (apenas para uso profissional), o que é fixe porque, lá está, sou uma pessoa importante, mas tendo em consideração que na empresa só os managers é que têm telemóvel e, portanto, ganham como managers, não deveria eu também ter um aumento? Não deveria eu ser considerada qualquer coisa como "Recruitment Manager" ou "HR Manager"?

 

Fora isso... Esta adrenalina é tão fixe XD

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